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Recriação da viagem inaugural liga estações com momentos culturais e homenagem final em Penafiel

Recriação da viagem inaugural liga estações com momentos culturais e homenagem final em Penafiel

 

As comemorações dos 150 anos da chegada do comboio ao norte do Douro decorrem no próximo dia 29 de julho, com uma viagem simbólica entre a estação de São Bento, no Porto, e Penafiel, numa organização conjunta dos municípios de Penafiel, Paredes e Valongo, em parceria com a CP – Comboios de Portugal e a Infraestruturas de Portugal.

A reinterpretação da viagem inaugural parte da estação de Porto-São Bento às 9h30, com paragens nas estações de Ermesinde, Valongo e Paredes, onde serão apresentadas recriações históricas e momentos culturais alusivos à importância da ferrovia no quotidiano das comunidades.

A chegada a Penafiel está prevista para as 10h15, onde será inaugurada uma escultura comemorativa junto à estação ferroviária, celebrando um século e meio da Linha do Douro e o impacto do comboio no concelho.

A Associação Académica e Cultural de Ermesinde, em colaboração com o Município de Valongo, assume um papel central na animação, promovendo performances artísticas nas estações de Ermesinde e Valongo, integrando arte e história nesta homenagem à ferrovia.

Comunicado Conjunto  de 1 de Julho de 2025

Comunicado Conjunto de 1 de Julho de 2025

 ASCEF * ASSIFECO * FECTRANS/SNTSF * FENTCOP * SFRCI * SINAFE * SINDEFER * SINFA * SINFB * SINTTI * SIOFA * SMAQ * SNAQ * STF * STMEFE

 

COMUNICADO CONJUNTO DAS ESTRUTURAS SINDICAIS DA CP

 

Os trabalhadores da CP exigem o cumprimento integral do acordo de reestruturação das tabelas salariais, negociado no início de 2025 e consensualizado com todos os sindicatos do setor, com o aval da CP e do próprio Governo.


O Governo está em pleno exercício de funções, Ministérios e Secretaria de Estado conhecem o processo de reestruturação das tabelas, bem como o seu Relatório Final, que obteve o acordo inédito de todas as organizações sindicais com representatividade na CP.
Esse acordo pretende repor parte do poder de compra perdido ao longo da última década, garantir aumentos salariais justos e adequar as remunerações à importância da empresa, que presta um serviço essencial —como comprova o facto de os seus trabalhadores terem estado sempre na linha da frente na última pandemia.


Por outro lado, a atualização salarial aplicada em 2025 na CP, por ato de gestão, ficou, incompreensivelmente, abaixo dos valores praticados na Administração Pública — uma atitude discriminatória evidente — e desconsiderou a progressiva valorização do salário mínimo nacional desde 2018, um progresso social que, paradoxalmente, tem tornado cada vez menos atrativas as profissões ferroviárias.


Na sequência dos conflitos laborais de maio de 2025, os sindicatos suspenderam as formas de luta na expectativa de que, após as eleições, a tutela e a administração da CP honrassem os compromissos assumidos. O próprio Ministro das Infraestruturas reconheceu então a legitimidade das reivindicações, mas alegou estar impedido legalmente de agir. Ora, esse alegado impedimento já não existe. E o silêncio atual é inaceitável.
É público que a CP é confrontada com enormes dificuldades para recrutar e, sobretudo, reter profissionais — consequência direta de salários desvalorizados e de condições que afastam quem está na empresa e desencorajam quem poderia vir. Esta realidade tem forte impacto na operação: comboios suprimidos, horários instáveis, serviço degradado. As populações sentem-no. O país também!


Apesar disso, após um novo pedido de reunião urgente à tutela, as estruturas sindicais continuam a ser ignoradas. O adiamento do diálogo, o desrespeito pelos compromissos assumidos e o arrastamento intencional de decisões, precipitam medidas que, contra a nossa vontade, podem resultar em formas de luta, que são sempre o último recurso.

As organizações sindicais que subscrevem este comunicado representam a totalidade dos trabalhadores, sem exceção. E falam a uma só voz para exigir:
• O cumprimento integral do acordo de reestruturação das tabelas salariais/grelha indiciária;
• O respeito pela palavra dada;
• A abertura imediata de um canal de diálogo sério e consequente.


Os ferroviários não aceitam continuar a ser ignorados, desvalorizados ou alvos de calúnias e mentiras. A luta que travamos é pela dignidade, pela valorização profissional e pela defesa intransigente de um serviço público ferroviário de qualidade, seguro e à altura das necessidades de mobilidade do país.


É tempo de o Governo decidir. E de o fazer com respeito pelos trabalhadores, pelo que esperamos da parte da administração da CP, que na reunião marcada para dia 9 de Julho, às 10h30m, tenha uma atitude construtiva, na defesa e concretização das medidas que constam no relatório da restruturação de carreiras, que mereceu a unanimidade das organizações sindicais e da gestão da empresa.


Lisboa, 1 de Julho de 2025
As organizações sindicais da CP

 ASSIFECO | 25 ANOS | MAIS QUE HISTORIA. SOMOS PRESENÇA. SOMOS FUTURO

ASSIFECO | 25 ANOS | MAIS QUE HISTORIA. SOMOS PRESENÇA. SOMOS FUTURO

Este ano, a ASSIFECO – Sindicato Independente do Serviço Comercial assinala 25 anos de existência, reafirmando o seu compromisso com a defesa dos direitos dos trabalhadores e a promoção de um sindicalismo moderno, ativo e responsável.

Fundada a 3 de Junho de 2000, a ASSIFECO consolidou-se como uma estrutura sindical independente, dinâmica e centrada nas pessoas, atuando de forma firme e transparente na proteção dos interesses de quem faz acontecer todos os dias.

Ao longo destas duas décadas e meia, a ASSIFECO tem sido um verdadeiro escudo dos trabalhadores, promovendo condições de trabalho mais justas, assegurando garantias laborais e mantendo um diálogo permanente com as entidades empregadoras e instituições relevantes.

25 anos de história, 100% de dedicação e olhar firme no futuro.

Continuamos juntos, com o mesmo propósito:
Representar com dignidade, negociar com firmeza, proteger com coragem.

💯 100% de Dedicação | 100% Sindicalismo Moderno | 0% de Indiferença

📍 Mais do que história. Somos presença, somos ação, somos futuro.

#ASSIFECO25Anos #SindicalismoModerno #CompromissoComOsTrabalhadores #Comércio #DireitosLaborais #SindicatoPresente

CONTINUAMOS JUNTOS NA MESMA LINHA

CONTINUAMOS JUNTOS NA MESMA LINHA

Estes sindicatos saúdam todos os trabalhadores da CP que, nos dias 7 e 8 de maio, estiveram em luta, exortando-os a reforçarem a unidade na defesa das justas reivindicações dos ferroviários!

A adesão a esta greve é a prova inequívoca do enorme descontentamento generalizado e da sua identificação com a justeza das nossas reivindicações. A luta não termina aqui. Haja o governo que houver, com o ministro que for, continuaremos firmes!

Durante a greve, assistimos a uma sucessão de mentiras e omissões por parte do Governo e da CP. Em resposta, fomos desmentindo publicamente a desinformação plantada em várias plataformas. Reafirmamos:

  • Não é verdade que esta seja uma greve política!

Estes 13 sindicatos, são constituídos por pessoas de diferentes setores, sensibilidades políticas e ideológicas e têm, como objetivo a defesa dos trabalhadores e a melhoria das suas condições de vida e trabalho.

  • Não é verdade que não queremos negociar!

Solicitámos várias vezes um diálogo construtivo. Foi o ministro que, com arrogância e inflexibilidade, recusou negociar, tal como impôs unilateralmente os aumentos salariais. Governo e administração nunca mostraram vontade em resolver o conflito, indo ao ponto de dizerem que depois podíamos fazer mais greves!

  • Não é verdade que rejeitámos um incremento de 5,75 milhões de euros!

 O que nos foi efetivamente apresentado foi a autorização de verba de 2,35 milhões para cumprir uma parte do relatório da reestruturação das carreiras, conforme o acordado em 24 de Abril. Os 5,75 milhões incluem os 3,4 milhões já aplicados nos aumentos salariais.

Omissões graves:

  • O Governo impôs aumentos salariais muito abaixo do aumento do salário mínimo nacional e da Administração Pública.
  • Existe um relatório conjunto CP–Sindicatos, concluído em dezembro de 2024, com propostas para tornar a CP mais competitiva, e cujo custo total seria de cerca de 12,4 milhões de euros — valor que agora querem reduzir para menos de metade.
  • Dizem que o relatório só foi entregue a 7 de abril, já em governo de gestão, mas omitem que:
  • Tinham conhecimento da realização do trabalho de reestruturação das tabelas salariais.
  • O relatório estava pronto desde dezembro de 2024.
  • A nova administração da CP pediu um estudo adicional, concluído em fevereiro de 2025, que concluiu o que já se sabia, que o estudo custava cerca de 12,4 milhões.
  • O Governo tinha conhecimento da proposta que a CP fez aos sindicatos no dia 22 de abril.
  • Omitem que os sindicatos aceitaram desfasar partes do relatório para que o mesmo pudesse ser suportado pelo Orçamento da CP para o ano de 2025 e assim evitar o conflito laboral.
  • Omitem que, no dia 24 de abril, foi alcançado um acordo entre a CP e os sindicatos, posteriormente anulado pela tutela.
  • Omitem que agora apenas querem aplicar um terço do relatório.
  • Omitem que os sindicatos estavam disponíveis para um acordo faseado, com compromissos futuros de implementação total.

Não aceitamos mentiras!

É falso que um Governo em gestão não possa implementar medidas previstas no relatório. Se pode fazer alterações salariais e aprovar 2,35 milhões de euros, também pode implementar outros valores. Não há impedimento legal — pois o processo teve início em outubro de 2024 - há falta de vontade política.

É verdade que o Sr. Ministro não quis resolver o conflito para o tornar tema de campanha eleitoral à custa dos trabalhadores da CP.

A reestruturação das tabelas salariais é essencial para dar um primeiro passo na valorização dos trabalhadores da CP e para aproximar os seus salários dos praticados nas restantes empresas públicas.

Não vamos abdicar do trabalho efetuado pelo grupo de trabalho, concluído com inédito consenso entre todas as estruturas sindicais e empresa, do qual foi realizado relatório. A luta continua!

TODA A VERDADE – CRONOLOGIA

  • 23 de janeiro de 2025

É publicado o despacho que define os aumentos salariais no Setor Empresarial do Estado, incluindo a CP.

  • 12 de março de 2025

Só nesta data os sindicatos são convocados para dar início ao processo negocial, obrigatório segundo o despacho. Enquanto isso, na maioria das outras empresas públicas o processo já se encontrava em fase avançada ou concluído.

Questionada sobre o atraso, a CP alegou dúvidas na interpretação do despacho e solicitou esclarecimentos à tutela — apesar de o despacho ser praticamente idêntico aos dos anos de 2023 e 2024. Esta atitude resultou num atraso injustificável de todo o processo.

  • 18 de março de 2025

A CP apresenta duas propostas fechadas, sem margem para negociação. Os sindicatos recusam ambas, exigindo um processo negocial real.

  • 9 de abril de 2025

A CP impõe unilateralmente a proposta que lhe era mais conveniente: aumentos salariais de 34 euros, com o mínimo de 1,7% para salários superiores a 2.631,62 € euros.

Comparação com outros setores

  • Aumento do salário mínimo nacional: 50 euros.
  • Aumento da função pública: 56,58 euros, com mínimo de 2,15%.

Também neste dia apresentaram uma proposta para se rever o relatório da reestruturação das grelhas salariais, reduzindo a um terço do valor inicial.

A imposição do “aumento” salarial e a tentativa de destruição do trabalho concluído sobre as grelhas salariais, provoca a revolta dos trabalhadores, pelo que os sindicatos apresentam avisos prévios de greve, expressando o profundo descontentamento.

  • 15 de abril de 2025

Os avisos prévios de greve são formalmente entregues, já após a queda do Governo a 28 de março, devido ao atraso da CP em iniciar o processo.

  • Meados de abril a 24 de abril de 2025

Em nova tentativa de entendimento, os sindicatos aceitam negociar com base na implementação faseada de parte do relatório conjunto CP–Sindicatos, que visa melhorar a capacidade da empresa para contratar e reter trabalhadores.

  • 24 de abril de 2025

Após análise da proposta escrita de acordo enviada pela CP, os sindicatos dão a sua aprovação.

Num esforço de boa-fé, os sindicatos aceitam algumas alterações das medidas do relatório para garantir entendimento.

  • 26 de abril de 2025

A CP informa que o acordo não foi autorizado pelo governo, por se encontrar em gestão! Resta saber se a CP negociou sem autorização ou se o Governo voltou atrás.

Se o governo sabia e suportou todas as propostas da administração que levou ao acordo de 24 de abril e se dois dias depois não havia aval, temos de questionar: O ministro estava de má-fé? Ou não sabia que pelo facto de estar em gestão não podia suportar as propostas da administração?

A VERDADE DOS FACTOS:

  • Os sindicatos procuraram a paz social.
  • O Sr. Ministro nunca quis negociar.
  • O Governo está a usar os trabalhadores da CP para fazer campanha eleitoral.
ASSIFECO assinala o Dia Mundial da Cruz Vermelha

ASSIFECO assinala o Dia Mundial da Cruz Vermelha

8 de maio de 2025 — Hoje celebramos o Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho , um dado que homenageia o espírito humanitário e o trabalho incansável de milhões de pessoas que, diariamente, se dedicam a proteger e apoiar os mais vulneráveis, em mais de 190 países.

Este ano, a data ganha um simbolismo ainda maior em Portugal, com a celebração dos 160 anos da Cruz Vermelha Portuguesa , fundada em 1865 pelo médico-militar José António Marques. Atualmente, com uma rede de 170 estruturas locais e mais de 5 mil voluntários , a instituição presta serviços essenciais como apoio domiciliário, consultas médicas, jardins de infância e formação profissional, sempre com uma abordagem particular nos mais desprotegidos.

Para a ASSIFECO destacam-se os valores universais da organização: humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, voluntariado, unidade e universalidade .

A ASSIFECO junta-se a esta celebração, apoiando a importância do trabalho da Cruz Vermelha e o seu papel fundamental no apoio às comunidades, sobretudo em contextos de crise, como guerras, catástrofes naturais ou emergências de saúde pública. O seu legado, iniciado com Jean-Henri Dunant , fundador da Cruz Vermelha e primeiro Prémio Nobel da Paz, permanece atual e essencial.

Num tempo em que a solidariedade internacional é mais urgente do que nunca, a Cruz Vermelha continua a ser sinônimo de esperança, dignidade e ação concreta — valores com os quais a ASSIFECO se identifica profundamente.

Neste dia especial, deixamos o nosso agradecimento a todos os voluntários e profissionais da Cruz Vermelha, e reafirmamos o nosso compromisso com a solidariedade, a justiça social e a dignidade humana .

VAMOS TODOS FAZER OUVIR O NOSSO DESCONTENTAMENTO

VAMOS TODOS FAZER OUVIR O NOSSO DESCONTENTAMENTO

VAMOS TODOS FAZER OUVIR O NOSSO DESCONTENTAMENTO

 

Apesar da reunião realizada hoje com a Secretaria de Estado da Mobilidade, não surgiu qualquer
novidade que alterasse as razões que levaram estas organizações sindicais a marcar greve para os
dias 7 e 8 de maio.


Até dia 24 de abril, os sindicatos fizeram um esforço significativo para alcançar um acordo.
Demonstramos flexibilidade para que o entendimento pudesse ser enquadrado no
orçamento do CP para este ano, sem recorrer às palavras extraordinárias do Orçamento do Estado.
Do nosso lado, o esforço já foi feito. Agora cabe ao Governo cumprir a sua parte, aplicar o
que foi acordado e evitar o conflito na CP.


À medida que as receitas da CP aumentam, cresce o número de passageiros e de comboios em circulação,
aumenta o trabalho e as funções, mas, os trabalhadores que são os
verdadeiros responsáveis ​​pelos bons resultados da empresa, continuam estagnados.
É tempo de deixar claro: Sem trabalhadores, não há serviço ferroviário.


Todos reconhecem que o aumento salarial é essencial para resolver o problema estrutural da CP,
a dificuldade em contratar e manter trabalhadores. Por isso, está nas mãos da administração e do
Governo contribuírem para essa solução, em vez de continuarem a adiar o inevitável.


Vamos à luta, em união, com toda a força nas nossas reivindicações.
Quem trabalha merece respeito.